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BIOCRÓNICAS

CRIAR BIOGRAFIAS OU CRÓNICAS ROMANCEADAS DE PESSOAS OU EMPRESAS

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19
Mai11

GALERIA DE POLITICOS... - III - UMA LEITURA NOS LÁBIOS E NOS OLHOS DE...FRANCISCO LOUÇÃ!

romanesco

 

 

Foto pública tirada da net

Francisco Louçã…BE
***
deixo-me ficar imerso na perplexidade
A ver nos olhos exaltados o grito
que na aparente orgia de tal ferocidade
Se solta do pensamento aflito
**
os olhos apontam sem pudor nem hesitação
O inimigo que querem abater
como se o homem não fora um ser irmão
Que toda a alma gostaria de ter
**
os lábios projectam ódios personalizados
não importa com quem se aliam
atiram-se às vitimas como cães danados
e ficam de fora a ver os que acudiam
**
 estes olhos apenas querem destruir
o que não foi por eles nem vai ser nunca construído
mas não devia ser assim estão a mentir
algum acontecimento mudou a direcção do seu sentido
**
olhos e lábios de aliança apaixonados
não há nem outra realidade
com que possam vir a ser confrontados
no caminho que escolheram com prazo e validade
**
parece-me evidente  a raiva pela impotência
espiolham vasculham intimidades
numa ânsia voraz que subestima a consciência
são olhos embaciados de teimosas maldades
**
que alma pode destes olhos deste grito lunático
consubstanciar a paz e o amor do humanismo novo
como pode este grito que ofusca o olhar apático
criar a empatia que ajuda a educar tão de tanto povo
autor. jrg
17
Mai11

GALERIA DE POLITICOS... - II - UMA LEITURA POÉTICA...NOS OLHOS E NOS LÁBIOS de..EDUARDO CATROGA!

romanesco

 

 

 

 

 Eduardo Catroga…ECONOMISTA…PSD

 ***
na gíria dir-se-ia dum olhar gozão
que olha de cima dum pedestal com sobranceria
a quem ouse discordar ou chamar-lhe charlatão
sendo doutor de cátedra em economia
***
os olhos e os lábios quase se libertam
na afirmação dum sorriso que manifesta desdém
se lhe tapo os lábios os olhos felinos me despertam
para o sorriso obscuro que mantém
***
estes olhos se ocultam do maniqueísmo
que lavra omnipotente na alma assente em certezas
e que consubstanciam o mais apurado racionalismo
sob os efeitos da luz que elimina as trevas
***
parece até simpático à treva se ele for luz
se dos lábios fechados por uma nesga escapar brejeirice
mas se for em desespero a  densa treva que a ele seduz
bem pode o terreno ser fértil em canalhice
***
olhos economistas não colhem humanidade
nem no desdém do sorriso nos lábios que nele resistem
lhes conferem o absurdo de exercer maior a autoridade
na alma onde pernoitam dúvidas que lhe assistem
***
não há fogo nestes olhos só números invasivos
no olhar gélido cortante acusa denegrindo opositores
os lábios obedientes sem preconceitos soam lascivos
onde quer que os afrontem livres de amores
***
em Português vernáculo olhos de sumidade
quanto aos lábios na arrogância perderam a dimensão
inútil apelar à razão que sábia lhes traga humildade
já nasceram arrogantes promíscuos contra a nação
***
autor: jrg

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