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BIOCRÓNICAS

CRIAR BIOGRAFIAS OU CRÓNICAS ROMANCEADAS DE PESSOAS OU EMPRESAS

BIOCRÓNICAS

CRIAR BIOGRAFIAS OU CRÓNICAS ROMANCEADAS DE PESSOAS OU EMPRESAS

24
Mai11

GALERIA DE POLITICOS... - VII - UMA LEITURA POÉTICA NOS LÁBIOS E NOS OLHOS DE...JOSÉ SÓCRATES!...

romanesco

imagem pública tirada da net
José Sócrates…PS
***
Quando alguns dias depois de se nascer
Os olhos se abrem a todo  o mundo
Começam desde logo cedo a perceber
O vagido dos lábios mais profundo
**
O que estes olhos a mim transmitem
lealdade firmeza  e atenção devida
coragem frontal contra os que aviltem
a inteligência de mistérios repartida
**
 não há aqui um sorriso explicito aberto
talvez porque o momento  é de contenção
o brilho que traduz o todo em concerto
é de alguém que sendo povo é da nação
**
estes olhos não se iludam não mentem
antes confiança e bonomia inspiram
são da alma que sente os que o sentem
aqueles que ao olhá-lo nele confiam
**
estes olhos não são de um criminoso
nem os lábios se contraem na insídia
vejo neles uma imagem de ser ditoso
que enfrenta da calúnia a vilania
**
estes olhos não fomentam corrupção
são olhos que apelam a cerrar fileiras
a fins de apelar à alma e ao coração
contra o império das industrias financeiras
**
nestes lábios nestes olhos boa gente eu vislumbro
uma luz que resplandece na esperança
que serenamente se eleva ao rubro
ao pressentir a nova  humanidade na mudança
**
autor: jrg      
22
Mai11

GALERIA DE POLITICOS...- VI - UMA LEITURA POÉTICA NOS LÁBIOS E NOS OLHOS DE...PAULO PORTAS!...

romanesco
 foto pública tirada da net
Paulo Portas..CDS/PP
***
O que estes olhos me significam
É de alguém que não se acomoda à frustração
De ser modelo em que outros nidificam
E que esconde a alma bem dentro do coração
**
Nos lábios aflora um sorriso cínico
A mando de quem o olhar se torna insidioso
Que personagem o traveste sendo único
A mover-se entre a culpa e o culposo
**
Os lábios crispam-se em tiradas oratórias
Os olhos fecham-se miudinhos
Que frustrações não se vão em moratórias
É preciso medir bem o contorno dos caminhos
**
Destes olhos só se espera rectidão
Não a que espalha amor e humaniza a justiça
Mas a que impõe que se corte o coração
A quem trocar a pátria pela humana e sã cobiça
**
Estes olhos são de fera espicaçada
Ninguém é por si só bastante fora do contexto
A liberdade que tem de fora da alçada
Usa-a para acirrar seja o que for a vil pretexto
**
Fixo-me neles a ver da alma sagazes
A procurar sentir dentro alguma identidade
Que me mostre serem de amar capazes
De fora das palavras onde avulta insanidade
**
Mas quem sou eu mero aprendiz de poetar
Ledor de sina através destas olheiras
Se os lábios se cerram e escumam a lavrar
Demagogias antigas nas ombreiras
*
autor: jrg
21
Mai11

GALERIA DE POLTICOS...- V - UMA LEITURA POÉTICA NOS LÁBIOS E NOS OLHOS DE...PEDRO PASSOS COELHO!...

romanesco
imagem pública tirada da net
 Pedro Passos Coelho..PSD
 ***
Eis a fisionomia dum personagem protestativo
Lábios cerrados uma linha perturbante
Um olhar frio que se proclama douto afirmativo
num esgar de sorriso tenaz inquietante
**
quem olhar para estes olhos na firme fixação
de sentir insegura a sua liderança
orgulho da alma feliz de tamanha alucinação
sentirá um arrepio de tempestuosa bonança
**
quero pensar que é pose de aturada encenação
contraídos os músculos do rosto
olhos sem brilho mortiços entre vincos contracção
que dos lábios já disse não gosto
**
visto de outro lado em redor do contraste
tem um ar de malandro rufia
surpresa de sentir dentro de si o traste
ou da dimensão da ousadia
**
bem sei que por detrás da estranha figura
à uma ordem de origem secreta
para quem a imagem só serve se manipula
a massa de indecisos concreta
**
oblíquo o sorriso assimétrico neste olhar manhoso
obscuro o desígnio que me propõe
o que vejo é o todo que não esconde o ser vaidoso
de quem procura aliciar e mal se expõe
**
não sinto nem a alma nem pulsar de fora o coração
há no olhar intransponível carapaça
não consigo vislumbrar sob a névoa de ilusão
se o que vejo é perverso ou trapaça
**
autor: jrg
20
Mai11

GALERIA DE POLITICOS... - IV - UMA LEITURA POÉTICA NOS LÁBIOS E NOS OLHOS DE...JERÓNIMO DE SOUSA!...

romanesco
Foto pública tirada da net
Jerónimo de Sousa…PCP
***
À primeira impressão vejo alguma ingenuidade
nos olhos deste operário de afinação
mas perscrutando atento contenho a leviandade
porque vejo para além deles a tentação
**
de ser um proletário de novo tipo e nível elevado
que sorri malevolamente à apatia
que lhe provoca ser do presente e sido do passado
uma mente perversa que combate a alegria
**
 há neste olhar um ódio sem limites compassivo
que se manifesta nos lábios em si colados
mercê de fantasmas que o acarinham sendo cativo
das intrigas mais soezes em seus cuidados
**
há até uma luz que ensombra e irradia
não fora o ódio transversal à nudez da cruel realidade
seus olhos lideram arrogância em cortesia
e não se escusam a olhar de viés a nova humanidade
**
estes olhos vivem no seu feudo sitiados
nem brilham nos sorrisos sendo da alegria omissos
a alma quando aflora  aos portais embaciados
revolve-se espavorida abandona os compromissos
**
olhos e lábios à revelia do amor matreiros
que seduzem contra natura até mesmo os seus contrários
oportunos na maresia seguem os ventos rasteiros
que empoeiram caminhos e varrem da vista os corsários
**
se ele pudesse ver o seu olhar como eu o vejo
e sentir a metálica arrogância dos seus lábios como eu o sinto
talvez se afirmasse não pelo ódio mas pelo desejo
de servir a causa humana e não servindo-se como eu o pinto
**
autor:jrg
19
Mai11

GALERIA DE POLITICOS... - III - UMA LEITURA NOS LÁBIOS E NOS OLHOS DE...FRANCISCO LOUÇÃ!

romanesco

 

 

Foto pública tirada da net

Francisco Louçã…BE
***
deixo-me ficar imerso na perplexidade
A ver nos olhos exaltados o grito
que na aparente orgia de tal ferocidade
Se solta do pensamento aflito
**
os olhos apontam sem pudor nem hesitação
O inimigo que querem abater
como se o homem não fora um ser irmão
Que toda a alma gostaria de ter
**
os lábios projectam ódios personalizados
não importa com quem se aliam
atiram-se às vitimas como cães danados
e ficam de fora a ver os que acudiam
**
 estes olhos apenas querem destruir
o que não foi por eles nem vai ser nunca construído
mas não devia ser assim estão a mentir
algum acontecimento mudou a direcção do seu sentido
**
olhos e lábios de aliança apaixonados
não há nem outra realidade
com que possam vir a ser confrontados
no caminho que escolheram com prazo e validade
**
parece-me evidente  a raiva pela impotência
espiolham vasculham intimidades
numa ânsia voraz que subestima a consciência
são olhos embaciados de teimosas maldades
**
que alma pode destes olhos deste grito lunático
consubstanciar a paz e o amor do humanismo novo
como pode este grito que ofusca o olhar apático
criar a empatia que ajuda a educar tão de tanto povo
autor. jrg
17
Mai11

GALERIA DE POLITICOS... - II - UMA LEITURA POÉTICA...NOS OLHOS E NOS LÁBIOS de..EDUARDO CATROGA!

romanesco

 

 

 

 

 Eduardo Catroga…ECONOMISTA…PSD

 ***
na gíria dir-se-ia dum olhar gozão
que olha de cima dum pedestal com sobranceria
a quem ouse discordar ou chamar-lhe charlatão
sendo doutor de cátedra em economia
***
os olhos e os lábios quase se libertam
na afirmação dum sorriso que manifesta desdém
se lhe tapo os lábios os olhos felinos me despertam
para o sorriso obscuro que mantém
***
estes olhos se ocultam do maniqueísmo
que lavra omnipotente na alma assente em certezas
e que consubstanciam o mais apurado racionalismo
sob os efeitos da luz que elimina as trevas
***
parece até simpático à treva se ele for luz
se dos lábios fechados por uma nesga escapar brejeirice
mas se for em desespero a  densa treva que a ele seduz
bem pode o terreno ser fértil em canalhice
***
olhos economistas não colhem humanidade
nem no desdém do sorriso nos lábios que nele resistem
lhes conferem o absurdo de exercer maior a autoridade
na alma onde pernoitam dúvidas que lhe assistem
***
não há fogo nestes olhos só números invasivos
no olhar gélido cortante acusa denegrindo opositores
os lábios obedientes sem preconceitos soam lascivos
onde quer que os afrontem livres de amores
***
em Português vernáculo olhos de sumidade
quanto aos lábios na arrogância perderam a dimensão
inútil apelar à razão que sábia lhes traga humildade
já nasceram arrogantes promíscuos contra a nação
***
autor: jrg
17
Mai11

GALERIA DE POLITICOS...- I - UMA LEITURA POÉTICA NOS OLHOS E NOS LÁBIOS DE...ALBERTO JOÃO JARDIM!

romanesco

 

 

Alberto João Jardim…ILHA PORTUGUESA DA MADEIRA

 


***

que olhos podem ser sendo tão pequeninos
se não for para da alma se ocultarem
os anseios de rapina que transparecem felinos
neste olhar provocante a saltitarem
 *
que lábios onde se acoitam os charutos grados
podem nos olhos ser a expressão
o que vejo é alguém que se limita a eliminar os verdes prados
contra tudo e contra todos sendo o mais poderoso da nação
 *
os olhos denotam as manhas da raposa
a crueldade das águias sobre as vitimas indefesas
os lábios ganham uma forma estranha acintosa
sobre a pressão dos charutos  às avessas
*
sendo esta imagem um mimo expresso de arrogância
os olhos mortiços parecem querer dizer
sou o que resta do império uma vitima da ganância
não me venham com tretas façam o que eu quiser
 *
vejam bem estes olhos rendidos à soberba onde marina
a ideia de deus impune porque omnipotente
o anel estendido no convite ao beija mão de gente gran-fina
os lábios a sorver do vício de que não se sente
 *
estes lábios estes olhos não são usurpadores
apenas se movem num ambiente absurdo e permissivo
ante os olhares incrédulos de outros ditadores
são olhos que cativam à ignorância um pendor festivo
 *
e dizem mais penso quando assim os vejo
rodeados pela corte dos lábios obscenamente enfunados
dizem que sendo deus morto alimentam o desejo
de extraditar a Ilha para onde vivam deuses endinheirados
autor: jrg
15
Mai11

ESCRITOS À MARGEM DA GUERRA!...O BÁSICO!!!

romanesco

 

foto tirada de Verde gaio fotos-lancha de transporte-Guiné Bessau

 


{#emotions_dlg.bouquete}

 

 


que fazíamos nós eu ali
descendo o rio indolente acobreado
por entre margens verdes luxuriantes
na lancha com homens embrulhados em peles de javali
rodeados de viaturas e material bélico acomodado
pensamentos sem pátria  navegantes

o Manel na base da hierarquia
eu básico?! ...pá...eu sou padeiro
dizia com a boca aberta desdentada
o brio que o aproximava perto da fasquia
de não ser de todo inútil prazenteiro
medonho não fora o sorriso na boca amedrontada

do interior da mata se quisessem
poderiam colocar na lancha uma granada
de nada valendo o olhar atento dos fuzileiros
quantos de nós se salvariam se pudessem
navegar o sangue vertido na lancha escaqueirada
ao som da gritaria e dos morteiros

melhor ser positivo se tal nunca acontecera
o ar rarefeito pelo sol abrasador
comprimia as veias que produzem pensamento
quando chegamos ao local entardecera
crianças velhos de bengala à espera do dador
um peso era a moeda pedinchada vil tormento

a terra era amarela encarniçada
tão longe do verde esperançoso dos jardins
cães famintos esqueléticos de olhar triste
nem brisa leve na aragem quente que gelava
nem o cheiro galvanizante dos jasmins
terra inóspita conquistada que nos resiste

a noite restabeleceu o silêncio expectante
nuvens de mosquitos ofuscavam nas lâmpadas toda a luz
imiscuíam-se na comida até à boca
num festim surreal sobre a pele suada escaldante
a sossegar-nos dos medos que a coragem produz
intermediários sem leis sugam o sangue que nos sufoca

há um cheiro que se instala pestilento
nos poros da pele que inalam a atmosfera
dizem que é da terra dos fenos que é catinga
é um cheiro antigo a amadurecimento
que torna África sempre o princípio de nova era
assim a vida com a morte não se extinga

jrg

14
Mai11

ESCRITOS À MARGEM DA GUERRA,,,M É D O R !!!

romanesco

 

foto tirada da net

 

 

{#emotions_dlg.food}

era amarelo como a terra
só osso sobre o pelo escorrido
e olhos que espelhavam doce tristeza
o rabo entre pernas medo à guerra
a colar-se todo a mim enternecido
à espera dum gesto meu por subtileza

o rancho tinha gordura bastante
nem eu nem outros o tragavam
Médor mal o cheirou comeu gulosamente
elogo a pele se distendeu num só instante
o rabo ganhou forças aos micróbios que o matavam
e até latiu saltou e me lambeu contente

se o prendesse ficava o dia inteiro
latindo uivando à espera que eu chegasse
seria abatido por alguém mais insolente
assim ia comigo nas patrulhas caminheiro
no rasto dos meus pés minha catarse
sem perturbar da guerra o silêncio envolvente

ficámos íntimos nesta aventura de sobreviver
ele engordando me devolvia com ternura
a responsabilidade em que nele me ensaiava
mas à noite gania sem pudor doce gemer
talvez pulga ou carraça sorvendo na nervura
ou um germe de doença que o tomava

no silêncio a ganideira era um tormento
impedia o medo de descansar dentro da coragem
e logo se levantavam vozes contra o canídeo
ou contra mim por ousar ter um amigo tão portento
que ampliava para além da estulta imagem
dum deus de lata benzido por um desígnio

dei-lhe banho catei os parasitas e já no fim
untei-o com um produto insecticida
o Médor a tremer de estranho frio
logo se rebolou no pó e no capim
comeu dormiu tarde e pela noite tão aquecida
de tal sorte que a latir de novo não resistiu

estranhei que pela manhã ele não viesse
estava fraco vomitara até entranhas
o olhar que me deitou era já de despedidas
no regresso do patrulhamento temi que o perdesse
estava deitado inerte sobre formigas moscas e aranhas
a terra onde o deixei virou lama das lágrimas em mim vertidas


jrg

12
Mai11

ARRITMIAS !!!

romanesco

 

 

imagem tirada da net

 

 

{#emotions_dlg.bouquete}

 

quando te levo ao hospital
fico ali no adro imerso em estranha solidão
à espera que me chegue o teu sinal
que venceste o mal que enfraquece o coração
*
não penso em nada consistente
é um caos vazio um longo atroz espectro
um sobe e desce de emoção crescente
em cada palmo que percorro em cada metro
*
olho os rostos dentro dos corpos encolhidos
estremeço quando as vozes chamam
nos altifalantes cujos sons me soam já sumidos
os nomes de pessoas que não rimam
*
fazes-nos falta porque és a nossa matriarca
a última ou a primeira tanto faz
a que alimenta a minha natureza anarca
e amplia a dimensão da nossa paz
*
de súbito do alarido das vozes em surdina
o teu nome  como se de dentro de mim te extraíssem
seguido de familiar ou acompanhante
estremeço como se um impacto bélico d'arma divina
me abanasse e os orgãos auditores falissem
corro ao teu encontro destemido de amor amante
*
havia muita gente que sorria à tua volta
exímios nas técnicas de reanimação
quando o coração parte à rédea solta
e de repente pára à condição
*
deram-me um saco azul com teus pertences
e vi-te assim deitada desconfortável
teus olhos doces e o sorriso por onde vences
o desassossego do teu norte imutável
*
vai lá e trata bem do menino que delicia
já tão homem mas era infante quando o perdemos
naquela tempestade que então acontecia
há quanto tempo mãe inteira nele nos vivemos
*
adormeci a sonhar-te silêncio na enfermaria
tão serena no teu sono de menina
olhei a cama dos nossos corpos ainda vazia
a pensar que tudo começa onde termina
*
o sol irrompe na vertigem da atmosfera
a casa emerge dos silêncios abafada
a minha angústia é não saber que mais acontecera
a sentir a casa cheia da tua alma madrugada
*
toca o telefone no meu peito a emoção
estou velho atendo-o trôpego de mim apavorado
do outro lado a noticia da tua libertação
minha deusa tão tanto de ti eu sou apaixonado
*
jrg

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