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BIOCRÓNICAS

CRIAR BIOGRAFIAS OU CRÓNICAS ROMANCEADAS DE PESSOAS OU EMPRESAS

BIOCRÓNICAS

CRIAR BIOGRAFIAS OU CRÓNICAS ROMANCEADAS DE PESSOAS OU EMPRESAS

02
Mai11

ABRIGO-ME !...

romanesco


abrigo-me na tua alma poesia
onde de amor me sustentas
não no teu corpo que me repudia
quando a ti própria afuguentas

abrigo-me na tua alma poderosa
frágil na dor que me tortura
ao suportar esta vida monstruosa
que tira do amor sua ternura

abrigo-me na tua alma secreta
faminto sequioso de esperança
não que me assuste a noite preta
mas sim este viver sem confiança

abrigo-me na tua alma nua
vestido de versos sob as estrelas
nos dias em que o poder da lua
me comprime as fontanelas

abrigo-me na tua alma adúltera
que se mistura doce no dueto
nada em mim de ti em ti se altera
quando um verso noutro meto

abrigo-me na tua alma sedutora
que me traz a paz e o amor
quando da minha emana criadora
a alma de poeta e sedutor


jrg

21
Abr11

PARABÉNS NUNO DEMPSTER..por K3!!!...

romanesco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Parabéns Nuno Dempster

 

 

***

K3 é uma narrativa épica

uma evidência do homem amesquinhado

Um poema contra a intransigência

é um poema com alma dentro d’alma poética

que sublima o equilibrio postulado

e se apega como lapa à nossa consciência

 

K3 é poesia do amor e da esperança

ainda que a morte desta seja no homem subjacente

Porque é poesia das entranhas visceral

regurgita memórias da memória fantasias de criança

na unidade do homem com o seu inconsciente

traz no acontecido um apelo à mudança Universal

 

 

K3 é em cada verso cantante uma epopeia

dum povo ingénuo e subserviente a estulta sina

 que aprofunda a alma da nossa dimensão

de sermos capazes de tecer fora honrosa a teia

sendo no nosso seio quem mais se omina

por onde jorra o sangue inútil em dispersão

 

K3 são cinquenta e seis páginas dum poema

onde se diz da alma inteira Lusitana

são vinte e cinco minutos de leitura emotiva

no fim solta-se do algoz a torpe algema

e nasce por magia um povo novo da alma insana

onde mergulhara a esperança ainda viva

 

K3 ah se fosse lido por um milhão

nem por mais nem por menos a tanto monta

dez por cento de gente iluminada

não já pelo canto que exacerba a grei na ilusão

tão pouco pela elegia  que nos condena quando nos afronta

mas pela descoberta do valor de nós em ele achada

 

K3 é um bote face ao galeão de Homero

como os Lusíadas foi salvo do naufrágio aqui pela memória

sendo um poema da alma humana toda inteira

onde não falta a beleza feminina dita com dúctil esmero

nem a morte que reforma a nossa história

sequer o rumo inverso que nos toma a dianteira

 

K3 por fim agora é uma exortação à alma Portuguesa

é um poema que inspira a alma na mudança

uma leitura necessária para que a paz não se esmoreça

que varre do horizonte o estigma da tristeza

e nos incita a não temer dar vida à nova esperança

que o poeta quer que o mundo não esqueça

 

autor: jrg

16
Abr11

ESCRITOS À MARGEM DA GUERRA!...II EM FILA INDIANA CONTRA A FOME!...

romanesco

 

 

 

foto tirada da net no blog VERDE GAIO fotos

 

 

 

ESCRITOS À MARGEM DA GUERRA...II
EM FILA INDIANA...CONTRA A FOME!...

(para Kalibo...com amor!...)
{#emotions_dlg.bouquete}

para quem não sabe ou ainda não sabia
esta fila de meninos tão ordeira
no silêncio que queimava a ansiedade
não era para ir à escola ganhar sabedoria
nem para ser figura duma brincadeira
onde os corpos nus ganhassem notoriedade

as latas na mão marmitas improvisadas
os olhares fixos no ente pró-seguinte
olhem bem são gente como nós confiantes
barrigas salientes tão de carências inchadas
olhos no chão como soa o ser pedinte
aguardam a partilha dos restos expectantes

para quem não sabe ou ainda não sabia
a guerra toda a guerra é um insulto à humanidade
a comida sendo farta era mal confeccionada
na divisão da rês ao soldado o que cabia
eram vísceras a gordura e sopa sem qualidade
os restos eram doados a troco de louça lavada

nesta fila tão tanto expressiva de crianças
que aguardam serenamente por restos de comida
há um esgar de esperança nos gestos da soldadesca
e promessas doutras trocas que se cruzam nas andanças
já de alma comprada pela barriga corrompida
prometem trazer galinha à noite por ser mais fresca

para quem não sabe ou ainda não sabia
há quem lute e desespere no meio de tanta indiferença
hoje como há mil anos sem pausa para descansar
ante a santa hipocrisia dos cristãos que lá havia
esta fila de crianças é de FOME reza a sentença
de COMIDA de PRAZER mas também do verbo AMAR

autor: jrg

12
Abr11

O MELHOR JOGADOR DO MUNDO!!!

romanesco

O MELHOR DO MUNDO

{#emotions_dlg.blueflower}


quando um sonho de menino
nasce em ilha esquecida
rompe o caminho estreitinho
e renasce noutra vida

quando um sonho se agiganta
vence a barreira do mar
se faz ao mundo nele espanta
na magia de encantar

quando um sonho é a vontade
dentro do homem a sonhar
nasce inveja gula à saciedade
querem vê-lo a naufragar

quando um sonho vem d'alma
não há poder que perturbe
vencedor o mundo o aclama
por maior que seja a urbe

quando um sonho é tão forte
visto em país pequenino
todos querem ser dele o norte
homem rico tão menino

quando um sonho a tantos aproveita
o risco é grande o mar profundo
na ilha há sempre alguém que espreita
o fim do sonho do melhor do mundo

quando um sonho já é realidade
só resta aos demais a indiferença
que dotam a mentira da verdade
cansados de ditar sua sentença

quando um sonho cresce e já não cabe
nem na ilha nem no continente
calam-se as vozes de quem sonhar não sabe
e segue o crescimento permanente

autor jrg

31
Mar11

VIOLÊNCIA!!! nãoooooooooooo!!!

romanesco

 

 

 

foto tirada da net

 

 


{#emotions_dlg.bouquete}

 

 


vejo o teu rosto triste cansado
a pele ainda em si tão nova já envelhecida
o olhar fixo no chão rastejado
o sorriso  agonizante na tua boca escondida

vejo o teu corpo mártir de mulher
desde criança da vil fraqueza violentado
por homens frustrados sem saber
o crime horrendo que em ti foi praticado

vejo a tua alma refém da violência
porque és mãe e foi no teu ventre que geraste
os filhos que te rasgam a consciência
não permitem que te libertes de tal traste

vejo no fundo da alma a força inteira
à espera dum rasgo de coragem num lampejo
que te permita tomar à vida a dianteira
saindo desse atoleiro de viver onde te abreijo

nenhum homem tem qualquer direito
de bater ou submeter a mente de uma mulher
que sendo mãe do mundo por sorte ou por defeito
respira a vida toda vergada sem querer

nenhuma lei humana é bem medida
se não cuida da intenção na prática continuada
ao permitir que a vitima seja vencida
por coacção subtil e violência disfarçada

casar não é comprar por mercadoria
nem há lugar para proteger ou omitir o salafrário
a honra é invenção do homem sem sabedoria
exorto toda a mulher a libertar o seu contrário

autor: jrg

28
Mar11

TRILOGIA DO FOGO !...ALZHEIMER !...

romanesco

 

foto tirada da net

 

{#emotions_dlg.bouquete}

 

encho de poesia a triste dor
na esperança de espalhar a alegria
que traduz o sofrimento por amor
deixando de lado a fantasia...

jrg

***


TRILOGIA DO FOGO

***

ALZHEIMER

 

Ah! A vida!

Alerta-te!

Tu não és mais criança!

O que tu dizes não é mais fato.

Agora é sério!

Acorda para vida real!
Esse mundo é neurótico!

Sincrético!

Aneurisma cerebral!

Sem sincronia!

Os opostos andam separados.

Cada vez mais distantes.

Mal se notam!

Acorda!
Pareces tartaruga!

Antes eras lebre!

Esquecestes?

A pressa é inimiga da perfeição.

Mas tu não podes parar!

Não dá pra parar!

Acorda para vida real!
O que tu fazes aqui?

Nossa, tu estás diferente!

Estas muito mais bonito!

Não! Esse não sou eu!

Quem eu sou?

O que sou?

Não olhe pra trás!

Não ande para trás!

Não volte ao teu passado

Que este te atrasa,

Te faz lembrar!

Lembrar?

O que tu tens que esquecer!

Nada dura para sempre!

Essa é a realidade!

Acorda!

Acorda!

Acorda!
Acordei!

Quem é esse velho?

Onde estamos mesmo?

Eu quero voltar para minha casa!

Eu quero voltar para casa!

Está todo mundo me esperando lá!

Tá todo mundo me esperando...
Acorda!

Acorda!

A corda acorda no pescoço da memória.

É assim que se morre!

É assim que a vida anda de costas!

E é assim que tu vais sendo esquecido.

Aos poucos!

Acorda!

 

. . . . . .

Silvia

M endonça

^^^ ~~~~ ***


ALZHEIMER

Chego sorrateiro na companhia do tempo, que precariamente lhe consome.

Infiltro-me no processo de envelhecimento, me fazendo natural em seu esquecimento,

               em sua desorientação do não lembrar, mas, meu objetivo maior é destruir,

progressivamente seus neurônios,

é lhe deixar em completa apatia,

sem motivo, levar à depressão aparente,

se possível roubar-lhe seu juízo e critica,

na confusão de seu raciocínio.

Tornar-se sua incessante ansiedade,

sua inquietação, sua agressividade.

Desorganizar seu sono e seus pensamentos em delírios.

Dificultar sua locomoção, lhe deixar em total dependência.

Roubar-lhe sua funcionalidade, seu cognitivo racional, encolher seu cérebro.

Sou o mal crônico a causar sofrimento,

Posso também ser precoce, esteja atento.

Sou... ALZHEIMER!  

Lufague

*****

 

ALZHEIMER!

 

Visto de dentro o paciente

Quem sabe? aos poucos vai-se desapercebendo

Ouve um alarido que não mais sente

Nem sabe do mal porque vai morrendo

*

A princípio talvez ainda se debate

Os neurónios em cadeia esboçam feroz a reacção

Irrita-se explode toca sinos a rebate

Até ao dia em que a alma chama o corpo em vão

*

Visto de fora é alvo da chacota

Leva algum tempo a mente sã a se aperceber

Que o paciente agora vem revestido a terracota

Vai precisar de quem o saiba entender

 

Torna-se arrepiante para a memória

Olhar em frente o corpo estático ao movimento

Saber que ama aquele ser e sua história

Sentir o medo de viver na aspereza do tormento


Visto de cima não é nada da gente

Quem é a senhora? estrebucha o pensamento

Ninguém está preparado para olhar de frente

O mal alzheimerado impávido lamento

 

Que maldade a dos elementos tão aviltantes

Que se conluiem no silêncio em segredo

Não escolhem como e quando surgem penetrantes

Ainda que deles não tenhamos medo

 

Visto de baixo de onde o mal se expandiu

É como um louco que se diz numa outra dimensão

Ninguém pode garantir que no dizer sandio

Não haja uma mensagem de amor à vida em submissão

jrg

 

 

 

18
Mar11

PARKINSON...A POESIA E O POETA!...

romanesco

 

 

 

 

 

{#emotions_dlg.bouquete}

para o Rogério Martins Simões...com amor

 

***

 

Nasce tão tanto inocente a criatura
E logo ao nascer nela renasce
Em cada célula por maldade ou por ventura
Um estigma genético sobre a catarse

Se alguém assim gerado ao renascer
Não escolhe ser da poesia na alma um portador
Porque teima o corpo em vão sofrer
Quando no auge da criação um poeta é só amor


Sorrateira vem tão de repente
A tomar conta no corpo do movimento
Procura nos neurónios eminente
A prontidão da alma que eleva o pensamento

Não se sabe quem é de onde vem
Nem se reconhece remédio ou valimento
Apenas que atinge o homem pai ou mãe
E nele solta atroz o sofrimento

Deram-lhe o nome sonante de Parkinson
Que lentamente tolhe a motricidade
Come neurónios e na palavra toma o som
Estremece no corpo inteiro a vontade

Não se compadece com a erosão
Que na vontade de cansaço provoca o desalento
Só a força indómita dentro da razão
Friamente composta de “amor e dor” é provimento

Meus olhos brilham estrelas rutilantes
Ao sentir a energia do poema à volta e dentro do poeta
Resistente da esperança luz de efeitos brilhantes
Que almeja na Parkinson ser profeta

Cansado o poeta acena à indiferença
Com que ela avança segura e célere em prontidão
Recusa pelo verso ser dela a sentença
E lança a poesia além da alma pelo coração

Eleita deste modo profícua a poesia
Assume o homem nela uma nova e alta dimensão
Reduz toda a doença à mera fantasia
Ao ser em cada verso antídoto à sua evolução

Autor: jrg

08
Mar11

EIS A MULHER !!!

romanesco

 

 

 foto tirada da net

 

 

{#emotions_dlg.bouquete}

 

 

eis a Mulher!

não importa se é vistosa
se é fiel ou adúltera
não é um ser qualquer
de humana a mais corajosa
criadora se pudera
mãe da vida do que é ser

eis a Mulher !

não importa se é rameira
se fantasia a vivência
não é fêmea de aluguer
é de humana a derradeira
refém da consciência
da humanidade sem querer

eis a Mulher !

não importa se sábia ou fútil
se é apta ou insuficiente
não é pétala de malmequer
deitada fora por inútil
quando alguém já a não sente
ou o seu corpo não quer

eis a Mulher !

saia curta o decote ousado
como se mexe mimosa
no escritório assediada
no campo manobra o arado
na fábrica sorri airosa
na rua encanta a passada

eis a Mulher !

traz no ventre uma criança
carrega um mundo às avessas
se falha o homem ela paga
donde emana tanta esperança
tida por tão frágeis crenças
segredo que a alma afaga

eis a Mulher !

no olhar um sorriso de luz
escritora poetisa ou jornalista
empresária professora
a todo o mundo encanta e seduz
na sua condição feminalista
que trata a vida como sua autora

eis a Mulher !

alma de amor secreta misteriosa
seu perfume femenil
educada para servir antigamente
como é bela vaporosa
na alegria tão de tanto juvenil
com que liberta mente !...

autor: jrg

27
Fev11

AMOR SEGREDO LUNAR !!!...

romanesco

 

 

 

foto net: lua_no_mar.gif...prwagnerdesalles.wordpress.com

 

{#emotions_dlg.bouquete}

namorei uma menina
nativa do signo de Escorpião
linda airosa e felina
de fogo ardente explosão

 

namorei uma mulher
com alma duma criança
pétala a pétala malmequer
terra profunda esperança

 

namorei uma miúda
de todos os ventos cantante
que de amor a mim se gruda
inda hoje é minha amante

 

namorei uma senhora
nas águas de tanta maresia
dos meus poemas é cantora
me dá vida à poesia

 

conjuguei nos elementos
o signo paixão do Zodíaco
e no meu fiz cruzamentos
dum odor paradisíaco

 

de tal sorte apaixonado
descobri nela o segredo
há tantos milénios guardado
na atrofia do medo

 

prometi que tal calaria
não vou aqui desvendar
levanto do véu alforria
amar magia ao luar

jrg

25
Dez10

AMO O TEMPO QUE FAZ

romanesco

 

 {#emotions_dlg.redflower}{#emotions_dlg.blueflower}

quando o vento sopra de sudoeste
dizia o meu avô de olhos semicerrados
é tempestade o mar se torna agreste
faíscam raios soam trovões amedrontados

*

na rua pessoas correm desnorteadas
dizem palavras obscenas do tempo que faz
seja vento chuva ou sol abençoadas
são as que vivem do tempo serenidade paz

*

uns amam o sol tórrido estorricante
na praia os corpos desnudos a água parada
outros adoram a invernia exaltante
mar cavernoso inundações a terra amassada

*

há os que se deliciam triste Outono
árvores despidas da folhagem envelhecida
e os que vibram na Primavera ozono
clima cheio de doce amor paixão apetecida

*

se tempo fosse afim da humana consciência
se repartisse em lotes climatizados
ainda assim haveria a atroz impaciência
por desejos que amiúde são trocados

*

habituei-me a saudar embrulhado n'alegria
qualquer que seja o clima anunciado
sou eu que opero em mim constante a magia
de amar no tempo o acaso esperançado

*

digo bons dias ao sol esplendoroso
boa tarde vento frio e à chuva fascinante
boa noite ao cosmos negro vaporoso
no desejo de ser de todos os tempos amante

 

jrg

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