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BIOCRÓNICAS

CRIAR BIOGRAFIAS OU CRÓNICAS ROMANCEADAS DE PESSOAS OU EMPRESAS

BIOCRÓNICAS

CRIAR BIOGRAFIAS OU CRÓNICAS ROMANCEADAS DE PESSOAS OU EMPRESAS

05
Mai12

DECLARO O FIM DA ESCRAVATURA!!! E DAS ALMAS MORTAS!!!

romanesco

imagem pública tirada da net 

*

DECLARO O FIM DA ESCRAVATURA!!!

E DAS ALMAS MORTAS!!!


*
se já não podem ser tidos escravos
como era antigamente
nem há luz legal numa tal razão
face à lei sejamos parvos
se de deus já não somos nem semente
que viva a manipulação
*
quem o diz são os novos profetas
de leis ferradas na mão
em mensagem subliminar sobre o medo
assim cantassem os poetas
soltando da alma amor numa canção
à liberdade solta em segredo
*
pasmam as crianças de ver seus pais
que prendem a liberdade 
alinhados num sistema esclavagista
inibidos de pensar soltam ais
percorrendo os caminhos ínvios da cidade
como mendigos que a caridade assista
*
um trabalho por favor suficiente
para a família sobreviver
de sol a sol ou sempre disponível
e créditos que dêem à gente
a ilusão que somos livres de escolher
o rumo e o lugar para o covil
*
porque não faz hoje mais sentido
entregar a vida a meliantes
criar riqueza repartida em contra mão
chegar a casa cansado e num gemido
descarragar a fúria devida aos traficantes
sobre a vida que ama o coração
*
é preciso que haja uma paragem parem
digam bom dia à natureza
ocupem o sistema soltem a consciência
mais a força bruta da coragem
quem não entende não vê em si toda a beleza
quando sorri ao dizer basta à violência
*
cabe aos marginais do pensamento
criar a IDEIA da mudança
assente no saber e um pouco de aventura
soltar a liberdade em movimento
viver só vale a pena se houver esperança
porque nada justifica a escravatura
*
hoje declaro a abolição da escravatura
que todos exibam a lei da alforria
em MÁTRIA vos proponho a nova orgânica
que visa o bem estar da criatura
todo o trabalho doravante é fonte d'alegria
ser rico é ser de alma autêntica

jrg

09
Mar12

SINTO O MEU AMOR AQUI POR PERTO...

romanesco

 

 

 

foto pública tirada da net

*

sinto o meu amor
por detrás da sua nossa janela
ambas as mãos dela minhas
circunscrevendo em redor
uma imagem perfeita doce e bela
descrita por entrelinhas
*
sinto o meu amor mulher de ti tão bela
lábios de fogo olhos de alumiar
mãos finas em mim tão meigas delicadas
que me preenchem vazios dela
louco de odores de tanto me encantar

nas noite luarentas agitadas
*
sinto feliz meu amor  no teu bem-vindo
em crista de onda gigante
vestida na virtude dos seis sentidos
teus lábios lascivos sorrindo
lambendo me degustando de amante
beijos sôfregos desavindos

sinto o meu amor aqui por perto
da janela aberta em pares
ser dentro dela é que estou bem
seu corpo nu quase desperto
entre beijos e carícias meus olhares
tão dentro dela me tem
*
sinto o meu amor sendo maior
e eu nela a renascer
como se fora meu infindo mundo
nas mãos dela o meu suor
alma e corpo cobrindo todo o ser
coração d'amor profundo

 *

autor: jrg

29
Jan12

PORTUGAL A NU...

romanesco
****
imagens púplicas tiradas da net
{#emotions_dlg.bouquete}
{#emotions_dlg.blueflower}
{#emotions_dlg.redflower}
{#emotions_dlg.blueflower}
{#emotions_dlg.bouquete}
{#emotions_dlg.blueflower}
{#emotions_dlg.orangeflower}

***
PORTUGAL A NU...
*
eis o retrato a sépia deste país
despido de sua dignidade
sem engenho e arte acobardado
rendido a valor algo infeliz
sem achar em si excelsa validade
vitima da cobiça do passado
*
rostos de gente pobre entristecida
a acarretar fardo pesado
nem sorrisos nem ligeira correria
a alma vagueia espavorida
na rua de trânsito lento moderado
ninguém chora morreu a alegria
*
contaram-nos histórias duma vida
invencíveis bárbaros senhores
contra castela invasores sarracenos
a terra é pobre de pedra vestida
melhor era se fossemos navegadores
ditosos de espada e cruz serenos
*
a achar riqueza alheia enobrecemos
e de novo caímos na desdita
salvos por camões n'outro naufrágio
logo à inquisição agradecemos
a ventura de julgar quem não acredita
senão for de verdade é de contágio
*
longo foi o tempo da pasmaceira
enlevando o pensamento
que a noite é bela mau grado a insolvência
do império em agonia derradeira
afastados da abastança que grassava no momento
orgulhosos da nossa consciência
*
e de novo de fora chegam promiscuas alvíssaras
cabe-vos ser dos serviços serviçais
nada de mar em barcas tão pouco sólidas
nem rural ou indústrias raras
façam vias corruptas para transportes ilegais
vivam felizes sem ideias mórbidas
*
embarcamos na luzidia indústria financeira
a soletrar progresso com embuste
entregamos o mar a floresta e o ambiente
até a alma foi na leva prisioneira
entregue a preço certo por vil e divino ajuste
fica refém de quem a teme mas não sente
*
o tempo é de pensar a novidade
varrer o lixo putrefacto
que infesta de cinismo parte da nação
tomar de assalto a estulta vaidade
rendida à sedução de estranho espalhafato
que indigna na alma o cidadão
*
o tempo é de não temer a ironia
ilusão do poder falacioso
que ninguém se acanhe ante a oratória
somos um povo inverso à heresia
que quando morde é como um cão tinhoso
que se ergue das mazelas e faz história
*
o tempo é de rigor e resistência
se um povo o quer e sente
há um caminho novo em construção
que fundamenta a consciência
e se constrói da revolta permanente
que a insidia provoca ao coração
*
o tempo é de não deixar ela partir
a corda que une a dignidade
cada um em seu saber mas todos a aprender
que o mundo novo a parir
nasce mais belo e justo de verdade
se sair dum ventre de mulher


autor: jrg 
(pária..apátrida..cidadão da MÁTRIA em construção..)
31
Dez11

ANO VELHO DE VILÕES...(VILANIA) - ANO NOVO DE LADRÕES...

romanesco

 

 

 

     imaghem pública tirada da net

 

*

ANO VELHO DE VILÕES...(VILANIA)
ANO NOVO DE LADRÕES...

*

«««//»»»

*

no meu país torpe mentira
ano a ano procurando me fiz crescendo
rispidez obediência tortura
alegrete de comédia ou drama ou sátira
à vez de dentro a cena me adormecendo
sedento de carinho e ternura
à espera do tempo novo que sentira
na evolução de mim o sendo
para o humanismo d'amor e alma pura

*

não procurei ou quis riqueza
ano a ano sem eu querer me fiz apátrida
ateu de vilãos ensandecidos
troquei o meu saber servindo a avareza
ingénuamente acreditando ser à partida
cruzar os tempos já vencidos
avesso à melancólica e mórbida tristeza
um de entre os mais nesta vida
a vencer a vileza dos poderes desvalidos

*

escolhi caminho por teimosia
ou desígnio cósmico nos genes embutido
naufraguei e a salvo me julguei
quando o tempo cedeu e cheira a maresia
mas era falsa esta esperança sem sentido
apátrida não pode confiar na lei
por mais que viva embrulhado em poesia
o tempo não perdoa ser vencido

*

ano velho de vilões inda a prazo
um povo inteiro por medo se abastardou
roubado na alma e no coração
sem vontade de vencer o milenar atraso
nem legitimar sua defesa a quem roubou
ano velho de vilões sem emoção
onde navego rebelde a ser por um acaso
o pária que da pátria se imolou
cercado pela vilania dos doutos da nação

*

ano novo de ladrões vetustos
e dos novos da mediocridade fanáticos
com aval da mediana fantasia
falidos da esperança criminosos astutos
adensam as teias com sábios lunáticos
cortam o pensamento que luzia
julgam-se deuses da verdade absolutos
sendo e só efémeros mediáticos
ante a grandeza apátrida de toda poesia

***

autor:jrg... [(pária...apátrida...)cidadão da MÁTRIA em construção...]

06
Set11

APRENDIZ DE VIVER !...

romanesco
APRENDIZ DE VIVER

*
«««//»»»
*
nada me dá mais gozo de viver
que o começar a coisa nova
a ser do aprender a vida inteira
correr a onda da ideia a crescer
sentir que algo me sorri e me aprova
quando a esperança ganha a dianteira

aprendiz de viver
sou do povo do meio
penso na vida a acontecer 
sem da morte ter receio

as palavras são comuns à espécie humana
um sorriso é conversa Universal
a mímica das mãos do corpo dos olhares
são marcas indeléveis até em mente insana
que sulcam sentimentos da memória original
onde o homem se procura além dos mares

nem sou vagabundo
nem excêntrico
nem de sábio sou profundo
dá-me gozo ser autêntico

ser aprendiz convicto na humanidade
de não saber quando ocorre a mudança
nem porque gravita o planeta atracado à luz solar
ser aprendiz de menor ou de maior idade
entender de todo o outro a tempestade e a bonança
eis o homem que sou a madrugar

não sou nem mestre
nem nada que de perto se veja
mal apreendo que me entre
tantas vezes a parte de mim que me sobeja

fui à guerra aprendiz de ser soldado
numa bomba que explodiu
vi a fragilidade humana ante a morte
não matei nem fui matado
mas ganhei esta visão dum povo a quem se mentiu
tão longe à procura do seu norte

com medo de ser e me achar
descobridor do segredo
que me nos pôs neste lugar
masturbante masturbado tão cedo

dei por mim a ser da mulher o mais amante
pouco me importa que seja vento
tufão furacão tornado tempestade tropical
porquê colar a tragédia ao semblante
à alma feminina tão amena se tida em seu contento
Cátia Irene Katrina não é justo é imoral

o bastante e irresoluto
para não deixar morrer
o absurdo o absoluto
que me absorve sem eu saber

quanto de tudo o que vivi é incerteza
ainda é porque todo o passado se renova
os mesmos conceitos que me te nos projectam
na amplitude do sonho a leveza
com que sobrevoo a experiência posta à prova
e redundam em verdades que me rejeitam

ser ainda pensante
tanto de outros que sou
na procura de mim maré vazante
entre sol e lua quem me achou

e agora humanos inteligentes à deriva?
depois da droga da abastança sem medida
conquistadores sem terra ou gente conquistada
regredimos no tempo para acerto da passiva
a dar lugar aos emergentes nova esperança deprimida
que o tempo é de voltar à memória estagnada

partir de toda a memória
genuínos na onda altiva
a soletrar a nossa história
envolta na maré viva

autor: jrg

21
Ago11

PROTUBERÂNCIAS!...

romanesco
 

m

foto pública tirada da net

 *
as vestes
já não são mais
na mulher tão femininas
nem as pernas sensuais
como quando a saia curta
ao traçar da perna
se encolhia
*
os olhos
já não são mais
sensualmente rutilantes
entre sombras virtuais
assumem a rotina
onde a conquista se tornou banal
desde a adolescência
*
os lábios
já não são mais
o complemento do sorriso
vermelhos roxos frontais
rosa choque violeta
ou de outras cores sortidas
desprovidos
*
os corpos
já não são mais
à luz do homem de mulheres em construção
vitimas de alimentos frugais
nem no andar são encanto
desajeitados obscenos
tão apressados
*
os odores
já não são mais
uma evidência do desejo
aos apelos do amor tão naturais
misturam-se nos suores
perdem o viço no cio
desassossegam ao sentir da pele
*
os sexos
já não são mais
o segredo excitante dos mistérios
alimento de fantasias sexuais
jogos de sedução rara beleza
onde homem e mulher se encaixavam
amorosamente
*
as almas
já não são mais
a ingenuidade da pureza
perturbadas pelos medos radicais
saltam dos corpos constroem realidades paralelas
e observam despudoradamente
do lado de fora de quem vê

*

autor: jrg
14
Ago11

DOS ABISMOS DO AMOR...

romanesco















foto tirada da net
{#emotions_dlg.orangeflower}
DOS ABISMOS DO AMOR
*
deste mar profundo
as ondas marulham baixinho
da areia enamoradas
trazem saudades dum mundo
que na serra tem seu ninho
e ali deixou pegadas
com cheiros de rosmaninho
*
dos abismos serrânicos
ecoam sons de gritos aflitos
restolham asas nas ramadas
de amores românticos
cimentados nos granitos
por aves tanto tão apaixonadas~
na beleza dos seus cânticos
*
desta alma por ventos fustigada
onde se abrigam ninhos de desejos
soltas as cores silvestres da natureza
cheira a maresias na tua pele suada
por entre o fogo dos teus beijos
o mar em fundo a serra inchada de beleza
mulher menina desejada
*
do infinito absurdo céu inteiro
de que não se conhecem os limites
chegam sinais que nos tocam
às vezes um toque belo prazenteiro
a masturbar o corpo de apetites
outras um toque de arrelias que remoçam
nos fazem maldizer o tempo derradeiro
*
deste sentimento mágico do amor
que não sabemos de onde vem
de que infinitas ligações
tecido cheiro brilho sabor
corações ardentes também
como iman que atrai as atenções
e ao relaxar nos despenha com fragor 
*
jrg
16
Jul11

A VELHA GLEBA...A NOVA MÁTRIA...

romanesco
A VELHA GLEBA...
A NOVA MÁTRIA...

«««//»»»

*

o solo pátrio mátrio
o seio materno
o espaço aéreo
a servidão mulher martírio
a revolução do pensamento moderno
o homem etéreo

não se pode ainda bem
fotografar o inconsciente
nem a alma é visível
uma tal nudez da sua própria mãe
desvirtuaria o homem insuficiente
ao ser tachado do inatingível

o que move a humanidade
os que acumulam riqueza inútil
os que se digladiam
por uma moeda pão de caridade
os que se sufocam na frieza fútil
e a vida ante a morte adiam

escravos da velha gleba
uns e outros a mesma servidão
como frutos de árvores milenares
de nada lhes vale a soberba
a corrente de valores em cada mão
com que se martirizam aos milhares

o solo é mátrio a mátria
como tudo nasceu duma evolução
cristalizou a raiz
deixa-se fecundar pela matéria
de vez em quando range o coração
a alma é do homem e da mulher matriz

não foi lida a sentença
só os mitos falam de condenação
as tábuas de deus marcam o sacrifício
do homem livre à indiferença
feito servo da gleba por inspiração
de mentes absurdas sem arte nem ofício

não pagarei na mesma moeda
porque não tenho ouro...nem ódio...nem religião
pago em amor à mátria mãe
liberto do servilismo que em mim se queda
passo a palavra de mão em mão
almas servis levantai-vos também

autor: jrg
02
Jul11

INDIGNEI-ME !...

romanesco

 

INDIGNEI-ME

 

 

«««//»»»

{#emotions_dlg.leiria}

 

 

 

dentro do tempo tanto

já vivido de viver

quanta indignação

sovado sem tempero

por pai e mãe

vaiado por ser fraco e pobre

sem vintém


indignaram-me!...


fiz-me à vida sem cansaço

no percurso desigual

quase sempre em contra mão

subi montanhas

donde a meio me resvalei

fui do amor amante

de ser capaz sempre acreditei


indignado!...


fui à guerra África minha

bebi da luz do entendimento

porque não bastava conhecer

por mais deus que poluísse o pensamento

o básico era entender

desmistificar em mim o preconceito

deixar a vida acontecer


indignei-me!...


atirei mitos ao chão

ídolos inventados no imaginário surreal

amei a mulher como Tristão

e todo o mundo vivo original

até que entrei em derrapagem

queria andar escorregava

vivi na natureza como um selvagem


indigna-me!...


lancei escoras por amparo

construi pontes túneis viadutos

atravessei abismos infernais

em cada esquina parei a tomar fôlego

a regurgitar da consciência

a luz oculta da memória

a desvendar dos seus segredos


indignidade!...


atravessei conceitos absurdos

cada cabeça sua sentença

dividido em labirintos da intriga

a descobrir que havia outro submundo

além do da malta o das elites

o mesmo assalto com fins diferentes

ambos a seu modo de viver


indignação!...


descobri a falsidade de argumentos

em que nos encaixam pelo medo

políticos religiosos ladrões e usurários

movendo-se entre capitais de risco

de que somos o aval instante

quando cessa o prazo de validade

da sabedoria que emolduraram


indigno!...


descobri que o espírito

é uma emanação da matéria decomposta

em consonância com o ar que se respira

e que prolonga ou elimina

em razão da consistência orgânica

e dos fluxos cósmicos à deriva

o tempo de viver sem remissão


indignar!...


ao invés da alma que é insana

alimenta o corpo amplia a fantasia

reúne os elementos decompostos

separa os sem remédio 

revitaliza os apenas adormecidos

capta os iões e os mistura

e lança farpas sobre a morte entontecida


indignidade!...


a alma sim é da humanidade a dimensão

exprime-se através dum sorriso

os olhos são o portal via d'entrada

ilumina todo o ser por mais humilde

não pergunta se tens mas se queres ser

exibe a força gigantesca do querer

e envolve tudo em puro amor


autor: jrg

23
Jun11

L U Z !...

romanesco

{#emotions_dlg.sol}{#emotions_dlg.fallingstar}{#emotions_dlg.lua}

LUZ...

{#emotions_dlg.redflower}

a luz do sol quando esbate na ravina
e solta um reflexo rutilante
aviva nas flores a cor da purpurina
realça a  paisagem deslumbrante

*

a luz da lua cintila sobre as águas
ondula expande e aprofunda
o pensamento que rasga tréguas
no mar da vontade que nos inunda

*

a luz da alma no corpo resplandece
acarinha de amor com ternura
o corpo quando o dia sol e lua amanhece
no despertar do sonho a aventura

*

a luz dos teus olhos que são meu guia
nela me revejo aos espelhos
desde que me chamaste de amor um dia
sentada sobre meus joelhos

*

a luz do amor que te me encandeia
quando teus lábios se mexem
nela me enredo em densa e fina teia
que nos corações as almas tecem

*

a luz das estrelas tão palpitantes
ampliam sonhos fantasias
como os teus seios em mim arfantes
emitem toques de arritmias

*

a luz longe que o teu corpo irradia
um sorriso no seio da multidão
solta de mim a tempestade da maresia
e a energia abrupta dum vulcão

*

autor:jrg

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