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BIOCRÓNICAS

CRIAR BIOGRAFIAS OU CRÓNICAS ROMANCEADAS DE PESSOAS OU EMPRESAS

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17
Set08

O BRASIL - OS BRASILEIROS - A RECONQUISTA

romanesco

Brasil. A grande colónia que virou maldição.Era tanta a riqueza e a extensão de território que se julgou que Deus tinha premiado a aventura de um povo pequeno e louco. com um reino Paradísico e infinitamente rico.

 Um dia, alguém descobriu que o Brasil perdeu os Portugueses de si próprios. Reduzindo-os a esta incessante procura de uma identidade vencedora que se esvaziou de nós desde que o ouro fácil, os diamantes e o frutuoso comércio de escravos, tudo tão fácil de obter, se estancou lá de onde vinha, para servir uma outra classe de vampiros, gananciosa de poder e que vinha conspirando na sombra contra o envio da riqueza para os madraços de Lisboa.

O Brasil continuou, durante muitos anos, a ser a porta de escape dos que, fracassados nas suas terras, se metiam ao caminho, valendo de tudo para lá chegar: cartas de chamada, clandestinamente a bordo de navios mercantes, como marinheiros ou moços de fretes, e já então através de máfias suficientemente organizadas.

Com o advento da Democracia Portuguesa e o crescimento económico que a adesão Europeia vinha proporcionando, a realidade alterou-se e virou sonho de efeitos controversos.

Os Brasileiros procuraram sair do Brasil em massa, asfixiados por uma inflação galopante, e seduzidos pelos relatos de compatriotas mais ousados que mandavam noticias do novo Eldorado: Portugal. É que se não desse certo aqui, sempre tinham a porta aberta para a E.Europa, onde a riqueza da economia se mostrava consistente e imparável.

Márcia, vivia no estado de Goiás  e  tinha um pequeno salão de cabeleireira, casada com Flávio, mulher bonita, alegre e plena de vida, não via como mudar o seu Flávio, madraço, vivendo ás sua custas e quando a coisa apertava, virando-se para os pais, pedindo ajuda que sempre vinha.

Um dia, desafiado por amigos e pela irmã a viver em Londres, meteu-se à aventura da nova Europa. Veio só, Márcia e os filhos ficaram a aguardar que ele se instalasse.

Chegado a Paris não o  deixaram seguir para Londres. Ficou desorientado sem saber o que fazer. Falou ao telefone com Márcia, falou com mamãe, falou consigo próprio, ouviu os amigos na mesma situação e resolveu seguir para Portugal.

Arranjou trabalho pesado, foi aldrabado, humilhado na sua condição de noviço, mas foi aprendendo. Mudando de trabalho, aprendendo artes e manhas. Inscreveu-se num curso de canalizador e montou uma pequena empresa com outro brasileiro. Legalizou-se e mandou vir Márcia e os filhos.

Márcia chegou e viu em que se transformara seu Flávio. Um homem dinâmico e com objectivos. Um trabalhador exemplar. Os filhos inscritos na escola, Márcia arranjou trabalho numa pastelaria onde já havia outros Brasileiros. E foram alimentando o sonho de voltar a Goiás com um pedacinho mais de dinheiro para recomeçar vida nova na sua terra natal.

Os filhos cresceram, Rubinho, o mais velho já está tirando um curso de informática e elegeu a sua nova Pátria para fazer carreira, Taís, na idade púbere, só pensa em voltar, seus amigos, suas amigas e todo um mundo inventado que deixou há já três longos anos.

O Cruzeiro valorizou face ao Euro e as condições de poupança não são as mesmas agora que eram a quando da vinda. Mas o sonho está lá, como que a justificar a continuidade da descoberta.

Celsinho também tem um sonho, voltar e ajudar sua família, construir uma casa nova, casar com sua noiva que ainda o espera.

Os Brasileiros e as Brasileiras instalaram-se para ficar, como todos os emigrantes, eles ocupam hoje uma faixa considerável em muitos aspectos da vida Portuguesa e estão a mudar Portugal.

São médicos, enfermeiras, cabeleireiras, trabalhadores dos serviços, administradores de empresas, atletas de alta competição, pastores evangélicos...

As cores das suas vestes,  a sua alegria contagiante, o seu positivismo face à adversidade, entraram no coração e nos hábitos de um povo que era triste, que sempre foi triste, e que abraçou, desde as telenovelas, uma nova relação de proximidade com a sonoridade da voz e a ternura dos modos. Os brasileiros são hoje uma mais valia para os Portugueses.

Relembro a enfermeira, linda, morena e linda que me falava, cantante:

_Está doendo? Estou sendo mázinha, mas é para seu bem?

E o meu sorriso que aceita a pica sem um ai.

 

               ------------------------------------------------------------------------------------------------------------

É o que me proponho. Escrever sobre vidas anónimas que valem as luzes da ribalta ou a fixação histórica e que traduzem a essência de um povo. Primeiro de uma família. Primeiro ainda, ou antes de tudo, a essência de um homem, de uma mulher.

Escreverei por encomenda, preços de acordo com extensão e pesquisa de documentação. Mas com a paixão que o percurso proposto me suscitar.

Aguardo a vossa proposta. É uma oferta bonita de Natal ou Aniversário.

 

J.R.G.

07
Ago08

IATES, SEXO E REPUTAÇÂO...

romanesco

O meu avô era um homem de estatura elevada, louro, os olhos azuis, a tez clara mas escurecida pelo sol e pelas brisas marinhas, um farto bigode de pontas reviradas.

Herdou do pai uma frota de barcos de pesca que foi rentabilizando, diversificando as capturas e os apetrechos utilizados desde há séculos.

Um dia, cansado de procurar incessantemente o escoamento do pescado e de o vender ao desbarato para as fábricas que entretanto foram surgindo, fundou a sua própria fábrica de conservas de peixe.

Fez fortuna. Mandou o filho, que viria a ser o meu pai, findo o liceu, estudar na Universidade em Lisboa. Pagava o quarto numa pensão e dava-lhe uma mesada para que nada lhe faltasse.

O meu pai era um homem inteligente e dado ás letras. Gostava de ler e escrever artigos que um dia pensava publicar. Os estudos, na faculdade de letras, iam tendo resultados satisfatórios. O meu pai era possuidor de um grande brio familiar e empenhava-se para satisfazer o orgulho do patriarca que o financiava.

Um dia, num dos cafés frequentado por intelectuais, conheceu alguns escritores que discutiam os entraves colocados pela censura à edição dos seus romances, à aquisição de livros vindos do estrangeiro e fez amigos. Passou a frequentar as tertúlias e ai conheceu uma jovem e linda mulher, filha de um editor praticamente falido em consequência das apreensões de livros, ordenadas pela censura à policia politica.

Apaixonaram-se, os estudos foram relegados para um outro plano de prioridades. Falou com o pai e pediu-lhe dinheiro para comprar a editora, ou que a comprasse ele.

O pai, meu avô, deu-lhe o dinheiro e o meu pai comprou a Editora. Convidou alguns dos escritores que conhecera na tertúlia. Pôs em prática conhecimentos que fora adquirindo nos contactos no meio editorial. Adquiriu direitos de obras fundamentais para o desenvolvimento do que ele chamava: massificar a cultura  progressivamente. E a Editora prestigiou-se.

Casaram e tiveram dois filhos, o meu irmão e eu, o mais novo.

O meu irmão formou-se em Economia eu estudei Direito, mas não terminei. Fui criado com muito mimo e davam-me tudo o que eu queria. Havia dinheiro. A Editora em alta. A herança do meu avô que morrera entretanto, com a venda das fábricas, eram já duas, permitiam um desafogo que era quase um atentado à pobreza geral reinante no país.

A minha paixão eram os barco, Iates e mulheres bonitas.

Eu era um homem bonito, alto louro de olhos azuis, como o  meu avô, a pele levemente bronzeada dos odores marítimos e dos cremes que eu usava, fatos impecáveis, de bom corte, por medida, nos melhores alfaiates da cidade. E frequentava a alta roda das família bem. As mulheres derretiam-se para saírem comigo para o mar. No meu Iate.

 

 

 

"De Vento Em Popa"

 

 

Foram dias e noites escaldantes de prazer, sexo sem limites. era vê-las tão púdicas nos salões, no dia a dia da escola ou nas esplanadas e como se despiam de todos os preconceitos para me agarrarem. Ofereciam-me o céu a troco de nada.

Penso que despedacei muitos corações. Gerei ódios e agravos de reputação. Provavelmente pragas e esconjurações. Dizem que espatifei a fortuna da família. O bom nome...

 

Podia ser o inicio de uma história de vida romanceada, a envolver negócios, empresas de estilo familiar que ainda são o sustentáculo do país. E a tragédia que os apanha desprevenidos e vai condicionar toda a estrutura familiar futura. Ou o êxito de empreendimentos pessoais, conquistados e construídos  a pulso.

É o que me proponho. Escrever sobre vidas anónimas que valem as luzes da ribalta ou a fixação histórica e que traduzem a essência de um povo. Primeiro de uma família. Primeiro ainda, ou antes de tudo, a essência de um homem, de uma mulher.

Escreverei por encomenda, preços de acordo com extensão e pesquisa de documentação. Mas com a paixão que o percurso proposto me suscitar.

Aguardo a vossa proposta.

 

J.R.G. 

25
Jul08

EMIGRANTES OU MIGRANTES QUE CONSTRUIRAM CASTELOS...

romanesco

Catarina é hoje uma mulher realizada. Tem uma vida confortável. Uma família própria, marido e filho, a sua própria empresa.

É uma mulher apaixonada que cresceu feliz no seio de uma família tradicional. Que ama e é amada. Depois de algumas aventuras, experiências mal sucedidas encontrara o par certo, Adelino Boaventura. Um homem que subiu à sombra da fortuna e das empresas do sogro, mas que tinha a humildade de ser uma peça fundamental sem arrogância nem pretensões a ser senhor do que quer fosse.

Verdade se diga , que o sogro, Sérgio Fagundes, lhe reconhecia o mérito, e por diversas vezes confessara aos dois, à filha e ao genro, que grande parte do êxito das empresas se devia ao profissionalismo e rigor técnico de Adelino, e à sua entrega.

Catarina. Em frente o mar em tons esverdeados nesta tarde friorenta de Outono a convidar ao retorno de memórias que viveu ou que lhe foram confiadas em serões de terna felicidade.

Como fora que o pai chegara aonde chegaram todos. Mas antes do pai, fora o seu avô, Salvador Fagundes que emigrara para o Brasil sem cheta no bolso, ao encontro de familiares antigos quase extintos na linha biológica de descendência.

E como fora que o avô fizera fortuna e mandara ir o filho, Sérgio? Catarina pensava que havia umas cartas e outros documentos, fotografias, no sótão da casa.

Reconstituir o percurso da família. Aproveitar ainda o pai vivo e alguns tios que teriam, por ventura, visões diferentes. Ouvira falar em roubo de diamantes, ou apropriação pouco licita.

O avô tinha uma espécie de diário contabilístico. E defendera-se dessa acusação que lhe chegara aos ouvidos, longe. Vindas de cá, as calúnias. Excomungara a família, os irmãos que não quiseram partir como ele e ficaram nas leiras.

Sérgio ainda permaneceu no Brasil durante dez anos, mas dava-se mal com o clima, os mosquitos, apanhou febres, quase morria. O pai arranjou-lhe um dinheiro e umas peças preciosas. Que vendesse em Lisboa,  à chegada, havia uma casa que comprava tudo o que os emigrantes levavam do Brasil. E foi e vendeu.

Voltou a casa rico  e sem esquecer a namorada que esperara por ele estes anos todos. Era um homem de principios éticos, de valores humanitários,

Casaram  numa grande romaria e vieram para Lisboa. E foi na Capital que se dedicou á edificação deste pequeno império que os sustinha a todos.

Catarina nem dera pelo cair da noite. Entrou no carro e conduziu devagar, rememorando episódios e visionando uma ideia de registo de todas as peripécias, ainda antes que o pai morresse. Seria uma prenda de sonho.

Podia ser o inicio de uma história de vida romanceada, a envolver negócios, empresas de estilo familiar que ainda são o sustentáculo do país. E a tragédia que os apanha desprevenidos e vai condicionar toda a estrutura familiar futura. Ou o êxito de empreendimentos pessoais, conquistados e construídos  a pulso.

É o que me proponho. Escrever sobre vidas anónimas que valem as luzes da ribalta ou a fixação histórica e que traduzem a essência de um povo. Primeiro de uma família. Primeiro ainda, ou antes de tudo, a essência de um homem, de uma mulher.

Escreverei por encomenda, preços de acordo com extensão e pesquisa de documentação. Mas com a paixão que o percurso proposto me suscitar.

Aguardo propostas.

 

23
Jul08

A LUÍS SIMÕES, TRANSPORTES E LOGISTICA

romanesco

Leonel Simões era cabo quarteleiro e tinha à sua responsabilidade todo o armamento e munições que estava consignado à Companhia.

Era oriundo de uma família batalhadora que se dedicava ao transporte de mercadorias e entregas diversas. Um negócio que ia pagando as despesas e permitia uma vida despreocupada mas sem grandes desafogos. A Luis Simões transportes.

A guerra retirara a sua preciosa colaboração à pequena empresa onde o pai era a alma e o corpo que a fazia ímpar no ramo.

Leonel era um jovem empreendedor. Tinha ideias que germinavam como cogumelos em mata húmida. Na guerra, onde o calor e a humidade levavam a maioria à cantina, Luís magicava oportunidades.

Verificou que os militares gostavam de tirar fotografias, mas que, tendo máquinas, tendo motivos, não tinham como as revelar, tornar reais, passiveis de testemunhar as suas realidades e ou fantasias.

Leonel montou um pequeno e rudimentar laboratório para revelação de fotografias e fez dinheiro enquanto  a maioria se espraiava pelas sombras do ócio.

Quando regressou, a casa, encontrou a velha empresa em dificuldades com a concorrência emergente, dadas as condições que entretanto se abriram à criação de negócios, pela abertura politica que o antigo regime, renovado, permitia, ainda que dentro dos parâmetros das velhas famílias dominantes da economia.

Leonel obteve o acordo do pai e dos irmãos e lançou mãos à modernização da empresa, da frota, dos objectivos estratégicos. Colocar em prática tudo o que pensara nos dias e nas noites longe, onde o calor e a humidade uniam forças, ele manteve as ideias em zona temperada para que fluíssem. E fluíram.

Mas podia ter sido o Luís Simões, ou o Jorge Simões, os ideólogos estratégicos que

transformaram a Luís Simões numa das maiores empresas de distribuição e logística da Península Ibérica.

....

Podia ser o inicio de uma história de vida romanceada, a envolver negócios, empresas de estilo familiar que ainda são o sustentáculo do país.

É o que me proponho. Escrever sobre vidas anónimas que valem as luzes da ribalta ou a fixação histórica e que traduzem a essência de um povo. Primeiro de uma família. Primeiro ainda, ou antes de tudo, a essência de um homem, de uma mulher.

Escreverei por encomenda, preços de acordo com extensão e pesquisa de documentação.. Mas com a paixão que o percurso proposto me suscitar.

Aguardo propostas.

 

22
Jul08

A MINHA HISTÓRIA PODIA SER ASSIM !...

romanesco

Fim do dia, já as sombras da noite se fazem sentir na folhagem das árvores agitadas pelo chilreio dos pássaros que se acomodam.

Júlia, 25 anos, aspecto ainda jovem, bonita, não fora aquela mancha no rosto, na face direita, que a marcara para sempre e lhe traçara o destino.

Começara a sua actividade sexual ainda cedo. Não tinha a certeza, onze doze anos, na escola e com um primo que era uma pouco mais velho e com quem mantinha amizade feita de cumplicidades e saídas nocturnas desaprovadas pelos pais.

Quando aos quinze apareceu em casa dizendo que estava grávida de dois meses, a mãe, na cozinha, pegou na panela com água a ferver e atirou-lha.  Não cegou por acaso, o movimento brusco que fizera evitara a água mesmo no limite do olho, mas perdeu a criança e perdeu o sonho dos sonhos que sonhara.

Há dez anos que se prostituía na estrada, sujeita a ser mal tratada, embora tivesse um tipo que passava de hora a hora para lhe guardar o corpo, dizia ele e recolher  a percentagem.

Quando não havia percentagem, maltratava-a física e psicológicamente. Mas era este último que a feria mais.

-Como queres ter clientes com essa cara de monstro? Puta, puta, puta.

As palavras a martelar, a martelar. Não era a animalidade dos clientes, as porcarias que inventavam e eles porcos, cheirando a mijo e esperma ressequido. A violência das entradas no seu cu, rasgando, ferindo sem dó. Ou agarrando-a pelos cabelos e batendo com as coxas no seu rosto enquanto os chupava, mecanicamente...

Eram as palavras. Sim, as palavras doíam, entranhavam-se-lhe no corpo dorido. ultrapassavam a dor das feridas e afirmavam-se perenes e plenas de violência.

Mudar de vida!... Como?

Naquele dia acordou e sentiu-se de uma forma estranha, leve, como se adejasse sobre si própria em êxtases de um outro ser, seu , desconhecido até então, ou simplesmente adormecido. Sonhou, ou sonhava. Havia um plano à sua frente como nunca ousara ver.

Inscrever-se na escola e completar o secundário de uma forma acelerada. Inscrever-se num curso de formação profissional e alugar um quarto noutro lugar, longe dos sítios que frequentara. Não vender mais o seu corpo. Enquanto tivesse a alma, era possivel Renascer de novo. Conquistar-se de novo. Erguer um império de si

...

 

Podia ser o inicio de uma história de vida romanceada, a envolver negócios, empresas de estilo familiar que ainda são o sustentáculo do país. E a tragédia que os apanha desprevenidos e vai condicionar toda a estrutura familiar futura.

É o que me proponho. Escrever sobre vidas anónimas que valem as luzes da ribalta ou a fixação histórica e que traduzem a essência de um povo. Primeiro de uma família. Primeiro ainda, ou antes de tudo, a essência de um homem, de uma mulher.

Escreverei por encomenda, preços de acordo com extensão e pesquisa de documentação. Mas com a paixão que o percurso proposto me suscitar.

Aguardo propostas.

21
Jul08

A SUA HISTÓRIA PODIA SER ASSIM!...

romanesco
Texto de apresentação:

 

Carolina, 35 anos, bela, dinâmica, empresária, dirigia uma média empresa subsidiária de uma outra de tradições familiares que era dirigida por Carlos Andrade, o marido com quem casara de amor profundo, fazia agora 15 anos, com altos e baixos nos humores que o próprio negócio por vezes provocava, mas amantes fieis dos seus corpos e das sua almas.

Da ligação tiveram uma menina que era a esperança e a luz de toda a sua interioridade.

Desdobravam-se nas atenções, nos melhores cuidados, em disputa com as actividades das empresas que permitiam o estilo de vida confortável.

Um dia a menina, tão linda, tão inteligente, tão desinibida, apareceu em casa com aspecto de quem consumira drogas.

Carolina tentou que ela, Mafalda, a luz da sua vida, se retratasse, lhe desvendasse os problemas, o que a levara ao consumo.

Mafalda remeteu-se ao silêncio. Que não era nada. Que a mãe estaria a fazer um filme.

Carolina envolvida na empresa. Crise e  estratégia. Carlos Andrade, defensor acérrimo do negócio dos avós. Um sucesso que pedia a sua atenção total. À noite mal via a menina, Mafalda, um fruto de amor e verdade de si, homem...
 
Podia ser o inicio de uma história de vida romanceada, a envolver negócios, empresas de estilo familiar que ainda são o sustentáculo do país. E a tragédia que os apanha desprevenidos e vai condicionar toda a estrutura familiar futura.

É o que me proponho. Escrever sobre vidas anónimas que valem as luzes da ribalta ou a fixação histórica e que traduzem a essência de um povo. Primeiro de uma família. Primeiro ainda, ou antes de tudo, a essência de um homem, de uma mulher.

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Aguardo propostas.

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