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BIOCRÓNICAS

CRIAR BIOGRAFIAS OU CRÓNICAS ROMANCEADAS DE PESSOAS OU EMPRESAS

BIOCRÓNICAS

CRIAR BIOGRAFIAS OU CRÓNICAS ROMANCEADAS DE PESSOAS OU EMPRESAS

26
Jan14

LANÇAMENTO DO LIVRO: O DESASSOSSEGO DA MEMÓRIA

romanesco

 

 

Sinopse da obra
O livro, “O Desassossego da Memória”, procura ir
ao encontro da memória do homem enquanto espécie
natural não massificada pelas religiões e pelo fatalismo
da liderança dos poderes compulsivamente emergentes:
militares, económicos e financeiros, em busca do homem
real, consubstanciado na sua animalidade e na alma
feminina.
É um livro contra os preconceitos e que considera 
a sexualidade como um motor de libertação do 
inconsciente profundo… uma sexualidade atenta aos 
instintos perversos sem desrespeitar a animalidade de 
que somos possuídos… mas contendo-a nos limites da 
consciência em que cada um se movimenta… 
É a mulher que comanda as emoções.
Porque a memória é o factor principal do desassossego
de viver aqui se procura evidenciar o papel da
mulher em todo o desenvolvimento humano e o obscu-
rantismo a que foi votado o seu pensamento ao longo de
milénios.
A história do romance vive-se num ambiente de
demência política e cultural com a transformação do
mundo em decadência e à procura dos alicerces para um
novo Humanismo.
O autor convida-vos ao salutar exercício de pensar,
simplificando o raciocínio em toda a sua amplitude…
SAMUELDABÓ/jrg

22
Dez13

N A T A L...

romanesco
*
NATAL
*
é natal
o meu coração fica gelado
quando ouço uma criança
_mãe quero pão
e a mãe esconde a lágrima
encolhida no silêncio
*
é natal
já foi a ceia dos sem abrigo
um dia em cada ano frugal
depois volta 
o céu aberto o frio a disputa
por um lugar sem ruído
*
é natal
já não caem pássaros em dezembro
porque já não há pássaros
e o frio teima em bater à porta
dos desempregados
por uma nesga de ruína
*
é natal
cai a neve na montanha
gente feliz aquecida
poderosos sem porquê da abundância
riem tecem planos de ganância
rasgam silêncios entre os despojos
*
é natal
em honra de um deus menino
que devia justiçar
chovem presentes escasseia pão
arde o fogo na lareira
tiritam de frio os sem teto
jrg
20
Nov13

LIVRO: O DESASSOSSEGO DA MEMÓRIA

romanesco
***
Sinopse da obra a publicar brevemente pela Chiado Editora.
*
O livro, “O Desassossego da Memória”, procura ir
ao encontro da memória do homem enquanto espécie
natural não massificada pelas religiões e pelo fatalismo
da liderança dos poderes compulsivamente emergentes:
militares, económicos e financeiros, em busca do homem
real, consubstanciado na sua animalidade e na alma
feminina.
É um livro contra os preconceitos e que considera 
a sexualidade como um motor de libertação do 
inconsciente profundo… uma sexualidade atenta aos 
instintos perversos sem desrespeitar a animalidade de 
que somos possuídos… mas contendo-a nos limites da 
consciência em que cada um se movimenta… 
É a mulher que comanda as emoções.
Porque a memória é o factor principal do desassossego
de viver aqui se procura evidenciar o papel da
mulher em todo o desenvolvimento humano e o obscu-
rantismo a que foi votado o seu pensamento ao longo de
milénios.
A história do romance vive-se num ambiente de
demência política e cultural com a transformação do
mundo em decadência e à procura dos alicerces para um
novo Humanismo.
O autor convida-vos ao salutar exercício de pensar,
simplificando o raciocínio em toda a sua amplitude…
SAMUELDABÓ/jrg

 

22
Set13

DEUSA DA CRIAÇÃO (artº21)

romanesco

 

 


**

DEUSA DA CRIAÇÃO (artº21)
*
tem nos olhos um esplendor
que se propaga ao sorriso
tornando o rosto em redor
luz do amor que eu preciso
*
não tem riscos no sobrolho
nem os lábios escarlate
não é na idade um escolho
está na frente do combate
*
não veste roupas da moda
nem sapato salto alto
sendo bela magra ou gorda
alma sombra no asfalto
*
calca com os pés de miúda
a submissa condição
e ergue as mãos tão graúda
bramando indignação
*
sendo mulher tem firmeza
sendo ser a autoridade
para abolir toda a tristeza
que há na humanidade
*
digam bom dia à mulher
sempre que ela passar
um sorriso um bem-me-quer
numa doçura de olhar
*
se for mãe é bem maior
o símbolo da criação
nenhum homem sabe a dor
de ser causa sem razão
*
que parem de a violentar
amantes dela a fingir
que gozam por a ver chorar
se a dor a não deixa sorrir
*
não é do amor pertença
é livre de o soletrar
mulher pura por avença
não é feliz se casar
*
se é deusa mulher criadora
origem da humanidade
todo o ser que a ela adora
cante a sua liberdade
*
eu canto em quadras loucas
a toda mulher resistente
sejam muitas sejam poucas
fazem o mundo diferente
*
correm alegres belas sadias
inebriadas de odores
entoam vibrantes sinfonias
tocam pétalas de flores
*
são ventos da nova história
varrem poeiras antigas
libertam penas memória
organizadas formigas
*
quem lá vem é M de Mulher
de Mãe e de aMante
é Deusa símbolo do querer
amar amor e garante
*
vem formosa e vem segura
que é livre consciência
espalha abundante ternura
cultiva arte e ciência
*
do cosmos trás a semente
da nova civilização
nova ordem p'ra toda a gente
sem cobiça nem ladrão
*
não havendo o que roubar
se cada um tiver pão
não há ganância a medrar
da pedra do coração
*
cessa enfim a mordomia
de dividir p'ra reinar
nem lucra de economia
a usura milenar
*
quem lá vem F de Feminino
trás no bojo a virtude
de conhecer seu destino
que transforma em atitude
*
não traz sexo nos olhares
nem no sorriso volúpia
tantos beijos são milhares
sem medo da tirania
*
que viva mulher para sempre
o ser mais belo do mundo
só a teme quem não cumpre
a regra do amor profundo

jrg

24
Ago13

A ARTE DA LINGUAGEM POÉTICA E O CAOS!

romanesco
meu sonho de ser poeta...
*
A ARTE DA LINGUAGEM POÉTICA E O CAOS!
**
o poema é
uma partícula de poesia
em construção
se tiver rima que sustente a fé
ergue-se na fantasia
de ser um monumento à abstracção
*
o verso é
o arcaboiço in do poema
na sua evolução
que marca o ritmo à melodia em rodapé
na sílaba sem algema
recheado pelo vigor da emoção
*
a poesia é
a palavra emotiva em movimento
num toque cristalino
corrente de fonemas vindos do sopé
numa espiral de tempo
que se alimenta do belo e do feminino
*
a lírica a tragédia
a farsa o drama a ode e o soneto
a sílaba tónica e a poética
a musa encanto do poeta à vezes arredia
a pena feita dum graveto
conjugando o verbo e o sujeito à ética
*
a arte maior de dizer
marcando o som e o tom da circunstância
a expressão do corpo a sinalética
que há em cada verso inverso ao poder
que abomina a fragrância
exalada pela rima que foge à sua métrica
*
eis o que sinto sendo
a expressão de comunicar tão sem segredo
o enigma da alma humana
racionalizando a emoção escrevo dizendo
que a poesia não tem medo
se fala com verdade à mente insana
*
falar d'amor sensualidade
da insurreição da alma em pensamento
do belo que há na natureza
cantando o homem e a mulher sem idade
dentro dum meio em linchamento
cuidando de salvar o que exista de beleza
*
que ninguém diga "não sabia"
da morte do amor às mãos tirânicas
sendo a morte irreversível
amar é tudo o que o poema diz à poesia
mesmo que sejam lunáticas
as rimas que amam até o impossível
*
o que é ser poetisa
ou se quiserem no limite do tempo ser poeta
um superego ou fanatismo
cheirando a mar e vento ou simples brisa
que a palavra embala ou inquieta
se não for a força que nos tira do abismo
*
há forma mais bela de morrer
que embrulhado em pétalas de pura poesia
há! é honrar a arte de pensar
e estar na frente de combate que é dizer
pintando de verdade a fantasia
dos que não querem ver o mundo a definhar
**
jrg
06
Jul13

SE FOSSE...MAS NÃO ERA...ERA TÃO SÓ

romanesco

*

SE FOSSE...MAS NÃO ERA...ERA TÃO SÓ
***
se fosse
apenas uma brecha
a abrir fenda
na velha constituição
se fosse
apenas um bando criminoso
a destruir um país
condenando um povo à servidão
se fosse
apenas uma pausa para pensar
refrescar pensamento
a retomar a rota da evolução
se fosse 
apenas um pesadelo
saído dum sonho
para despertar a consciência
se fosse
apenas uma involução
para apagar erros
para que a memória se remisse
se fosse
apenas uma farsa representada ao vivo
para nos amedrontar
quando já nada fazia sentido
se fosse
uma história com final feliz
para enganar a avidez
e trazer de volta a alma penhorada
***
mas não era
o sol cansava-se da cegueira
que projectava o caos
a guerra dos submundos era agora
era tão só
uma Fénix mulher que renascia
das cinzas da história
soberana e faminta de amor
era tão só
um novo humanismo que repunha
a verdade histórica
livre da peçonha e do histrionismo
era tão só
uma avalancha de ideias vigorosas
recheadas de justiça
numa nova lei orgânica para a vida
era tão só
ponto por ponto a alforria do homem
livre da corrupção
contida nas entrelinhas
era tão só
a Primavera eleita a infinita
sobrepondo a beleza
que as trevas escondiam com astúcia
era tão só
uma gota de azeite e um pavio
que findos os prazos
iluminavam de amor a tanta gente
jrg

07
Mai13

CONVITE - A insurreição das PALAVRAS - livro

romanesco
***

POLÍCIA DE CHOQUE
*
são os homens de ferro do sistema
máquinas cientificamente programadas
nem sorrisos nem esgares
lábios cerrados olhos fixos nos vultos que se agitam
foram treinados para massacrar
nada os impede quando postos em movimento
não ouvem vozes nem lêem escritos
como os aviões não podem aterrar quando levantam
obedecem a ordens em código secreto
como cães de elite sequiosos de mostrar talento
são de choque intervenção ou especial
nenhum governo os dispensa ciente da sua fraqueza
e porque não vêm senão vultos
massacram velhos mulheres crianças mãe e pai
são inimputáveis que ninguém se engane
os inquéritos são normas apagadas ao cair do pano
mas não são invencíveis e como tal
tornam-se impotentes perante armas iguais
ou na presença de uma multidão
imagino Lisboa sitiada arquejando as gentes
vandalizadas na sua dignidade
sem emprego marginalizadas pelo estado
imagino se forem mais que um milhão
decididos a mudar o tempo a alterar a rota de vergonha
perante uma tal força de vontades de emoções
não há polícia que obedeça
nem quem ouse o código soletrar

**

autor: joão raimundo gonçalves (poema inserido no livro:(A indignação das PALAVRAS)

05
Mai13

MÃE-MÁTRIA-MÃE

romanesco

**
MÃE-MÁTRIA-MÃE
*
saúdo a mãe natureza
a mãe cósmica
a mãe dignidade de mulher
há na mãe tanta beleza
que às vezes de forma irónica
deixa a mãe tanto sofrer
*
saúdo a mãe tão rebelde
a mãe intransigente
mãe que se insurge pela dignificação
há na mãe uma saudade
dum tempo que em era recente
aquecia o coração
*
saúdo a mãe coragem
a mãe fêmea pura
a mãe sensual de ventre empinado
há na Mátria-Mãe uma miragem
do homem a renascer amor ternura
no meu país tão desgraçado
jrg

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