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BIOCRÓNICAS

CRIAR BIOGRAFIAS OU CRÓNICAS ROMANCEADAS DE PESSOAS OU EMPRESAS

BIOCRÓNICAS

CRIAR BIOGRAFIAS OU CRÓNICAS ROMANCEADAS DE PESSOAS OU EMPRESAS

13
Abr19

PAZ - AMOR - HUMANIDADE...

romanesco
 

Biblioteca livre.jpg

Desenho de Nuno Gonçalves, Riscos,Rabiscos & Outros "Riscos", in Facebook

*

P A Z - A M O R - H U M A N I D A D E
*
junto as palavras
soletro os tons da sonoridade
que elas emitem
assim como só eu as soletro
H U M A N I D A D E
num grito gritado à beira mar
no retorno do meu grito
as palavras P A Z e A M O R ecoam
unas absolutas
propagam-se em ondas sonoras
atravessam oceanos
adejam pelo ar à procura de abrigo
salvem a P A Z
que as palavras venenosas agridem
salvem o A M O R
cativo do medo da ganancia do ódio
salvem a H U M A N I D A D E
perversamente ameaçada de extinção
pelas palavras dispersas
atiradas ao mundo em contra-mão
por agentes infiltrados
que usurparam a dignidade humana
exorto-as às palavras
livres e plenas de fraternidade
que invadam as mentes
e se fixem no raciocínio humano
porque o planeta é grande
e chega para todos se bem gerido
 
P A Z - A M O R - H U M A N I D A D E
 
jrg
01
Jan16

BRINDO A UM ANO DE CONSCIÊNCIA HUMANA!

romanesco

anonovo1-150x150.gif

 

BRINDO A UM ANO DE CONSCIÊNCIA HUMANA!
JOÃO RAIMUNDO GONÇALVES·DOMINGO, 27 DE DEZEMBRO DE 2015238 leituras

A todas as minhas amigas...a todos os meus amigos atiro palavras ao tempo, angustiado pela desumanidade das relações humanas, entre famílias, entre grupos, comunidades e estados...penso MÁTRIA...exorto a consciência feminina para que se faça luz...a luz diáfana do amor...do humanismo...para que 2016 nos faça pensar um novo sistema de organização da vida...que 2016 nos iniba de ter medo...o medo de perder privilégios...o medo de não ter...ter...ter...que 2016 nos permita a veleidade de sermos mais humanos...intransigentes para com a desumanidade...que 2016 nos permita sermos mais racionais...usando a inteligência para nos desenvolvermos enquanto espécie livre de todos os preconceitos que as normas e as religiões, ao longo de milénios, nos impuseram como sacras...
jrg
dedico-vos estas palavras que alinhei em jeito de poema:

 

22
Dez13

N A T A L...

romanesco
*
NATAL
*
é natal
o meu coração fica gelado
quando ouço uma criança
_mãe quero pão
e a mãe esconde a lágrima
encolhida no silêncio
*
é natal
já foi a ceia dos sem abrigo
um dia em cada ano frugal
depois volta 
o céu aberto o frio a disputa
por um lugar sem ruído
*
é natal
já não caem pássaros em dezembro
porque já não há pássaros
e o frio teima em bater à porta
dos desempregados
por uma nesga de ruína
*
é natal
cai a neve na montanha
gente feliz aquecida
poderosos sem porquê da abundância
riem tecem planos de ganância
rasgam silêncios entre os despojos
*
é natal
em honra de um deus menino
que devia justiçar
chovem presentes escasseia pão
arde o fogo na lareira
tiritam de frio os sem teto
jrg
06
Jul13

SE FOSSE...MAS NÃO ERA...ERA TÃO SÓ

romanesco

*

SE FOSSE...MAS NÃO ERA...ERA TÃO SÓ
***
se fosse
apenas uma brecha
a abrir fenda
na velha constituição
se fosse
apenas um bando criminoso
a destruir um país
condenando um povo à servidão
se fosse
apenas uma pausa para pensar
refrescar pensamento
a retomar a rota da evolução
se fosse 
apenas um pesadelo
saído dum sonho
para despertar a consciência
se fosse
apenas uma involução
para apagar erros
para que a memória se remisse
se fosse
apenas uma farsa representada ao vivo
para nos amedrontar
quando já nada fazia sentido
se fosse
uma história com final feliz
para enganar a avidez
e trazer de volta a alma penhorada
***
mas não era
o sol cansava-se da cegueira
que projectava o caos
a guerra dos submundos era agora
era tão só
uma Fénix mulher que renascia
das cinzas da história
soberana e faminta de amor
era tão só
um novo humanismo que repunha
a verdade histórica
livre da peçonha e do histrionismo
era tão só
uma avalancha de ideias vigorosas
recheadas de justiça
numa nova lei orgânica para a vida
era tão só
ponto por ponto a alforria do homem
livre da corrupção
contida nas entrelinhas
era tão só
a Primavera eleita a infinita
sobrepondo a beleza
que as trevas escondiam com astúcia
era tão só
uma gota de azeite e um pavio
que findos os prazos
iluminavam de amor a tanta gente
jrg

25
Jun12

MAIS POVO E MENOS LIXO...

romanesco
imagem pública tirada da net
**
MAIS POVO E MENOS LIXO
***
nada mais é de verdade
depois de tanta mentira
vivemos da caridade
daquele que mais nos tira
*
alguém pode acreditar
que um povo faça riqueza
sabendo que lha vão roubar
com insensível dureza?
*
somos um povo bastardo
perdido da nossa origem
varremos os bons a petardo
a ver se os maus nos corrigem
*
corre pelo mundo uma história
de portugas amansados
por astutos sem memória
que escondem verdade aos roubados
*
passados novecentos anos
de revoltas sobram mitos
Maria da Fonte fez danos
e Bordalo criou manguitos
*
saem ufanos atrás da tropa
ou quando nada mais resta
iniciativa própria puf! que droga...
se a tomam é para a festa
*
não penso que seja o fado
a melancólica canção
que traz um povo cansado
sem alma nem dimensão
*
fomos celtas árabes marranos
galegos de religião e touradas
futebol e outros enredos humanos
com nervuras adulteradas
*
à força quase empurrados
passam a sábios doutores
corrompidos pelo ter aprisionados
voltaram a ser pastores
*
pelo meio ficam protestos
gritos de indignação
roubos de estado grotescos
a soldo da constituição
*
um povo assim tão rude obsoleto
já não se usa em sociedade
ainda que encapado em douto lhe falta o repto
que todo o ser livre faz à liberdade
*
se ao menos o tempo parasse
a tempo de tudo inverter
dando tempo a que surgisse
uma ideia a defender
*
fica a fama ultra-liberal
de ser povo gastador
quem construiu Portugal
foi coelho o caçador
*
somos um povo castrado
por anos de servidão
a procurar sempre do lado
contrário ao coração
*
querem-nos normalizados
aptos para exportação
achamos graça coitados
haja quem nos dê a mão
*
que fazer perante tal tragédia
sem alma não há movimento
triste drama o da comédia
que nos corta o pensamento
*
não há tempo para a glória
de sermos um povo amestrado
que evita o confronto da história
por impotência sagrado
*
há gente que pensa diferente
até pelo mundo inteiro
ser Português é ser gente
ouçam quem sente primeiro
*
de palavra na lapela
razão ao peito por entendimento
nem pátria nem capela
livre luz ao puro pensamento
*
se para tal for preciso
façamos sem rodeios a revolução
paramos Portugal com um sorriso
de corpo e alma livres da prisão
*
libertemos as crianças do marasmo
de serem o oásis no deserto
um povo que não ri morre de pasmo
um novo humanismo está por perto
*
deste povo nem posso não ser
por isso me inquieto
planto flores na esperança de nascer
a alma feminina que poeto
*
autor: jrg
12
Abr12

PORTUGAL DETIDO E SOB VIGILÂNCIA ELECTRÓNICA !...

romanesco

 


PORTUGAL DETIDO
SOB VIGILÂNCIA ELECTRÓNICA
*
esta gente
que hoje se governa à vista
em Portugal
não existem são um pesadelo
cinco deles
são sinistros como os abutres
Gaspar Coelho
Relvas Portas Paulo Macedo
os outros
são parte tenebrosa do enredo
*
um presidente caduco 
no sistema  falido semi feudal
floresce no engodo
que corrompe a parte publica
sindicatos
foros comuns e constitucionais
partidos engajados
sem alma submersos na história
à procura
de serem um dia maré d'ocasião
*
depois há um certo povo
a viver outro país em paralelo
a desenrascar-se 
deste jogo sórdido da ganância
livre d'impostos
mais esperto que os chacais
biscates drogas favores
coisas da terra ou do mar a sobreviver
às vezes caem do céu ideias novas
que calam astutamente
*
então vieram uns lunáticos
que amarraram Portugal ao seu destino
servidos por lacaios cheios de vento
detiveram o país declarando-o insolvente
e assim está parado
há meses sob vigilância electrónica
declararam ricos
sendo tão de tanto pobres a uns tantos
a quem cortaram rendimentos
lançando uma cruzada contra quem trabalha
*
se o que está dar é a paralela
o povo não estrebucha deste tratamento
uns por ignorância outros por medo
não saem a terreiro acreditam na valência
de viver esta aventura
como cristãos novos perseguidos a seu tempo
já então eram culpados
perante a inquisição e quem gere os seus condados
pobre "povo nação valente..."
por tão torpes governos desgovernados
autor: jrg

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