Terça-feira, 17 de Maio De 2011

GALERIA DE POLITICOS... - II - UMA LEITURA POÉTICA...NOS OLHOS E NOS LÁBIOS de..EDUARDO CATROGA!

 

 

 

 

 Eduardo Catroga…ECONOMISTA…PSD

 ***
na gíria dir-se-ia dum olhar gozão
que olha de cima dum pedestal com sobranceria
a quem ouse discordar ou chamar-lhe charlatão
sendo doutor de cátedra em economia
***
os olhos e os lábios quase se libertam
na afirmação dum sorriso que manifesta desdém
se lhe tapo os lábios os olhos felinos me despertam
para o sorriso obscuro que mantém
***
estes olhos se ocultam do maniqueísmo
que lavra omnipotente na alma assente em certezas
e que consubstanciam o mais apurado racionalismo
sob os efeitos da luz que elimina as trevas
***
parece até simpático à treva se ele for luz
se dos lábios fechados por uma nesga escapar brejeirice
mas se for em desespero a  densa treva que a ele seduz
bem pode o terreno ser fértil em canalhice
***
olhos economistas não colhem humanidade
nem no desdém do sorriso nos lábios que nele resistem
lhes conferem o absurdo de exercer maior a autoridade
na alma onde pernoitam dúvidas que lhe assistem
***
não há fogo nestes olhos só números invasivos
no olhar gélido cortante acusa denegrindo opositores
os lábios obedientes sem preconceitos soam lascivos
onde quer que os afrontem livres de amores
***
em Português vernáculo olhos de sumidade
quanto aos lábios na arrogância perderam a dimensão
inútil apelar à razão que sábia lhes traga humildade
já nasceram arrogantes promíscuos contra a nação
***
autor: jrg
sinto-me: abananado
música: tabuada do noves fora...cantada...
publicado por romanesco às 22:14
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GALERIA DE POLITICOS...- I - UMA LEITURA POÉTICA NOS OLHOS E NOS LÁBIOS DE...ALBERTO JOÃO JARDIM!

 

 

Alberto João Jardim…ILHA PORTUGUESA DA MADEIRA

 


***

que olhos podem ser sendo tão pequeninos
se não for para da alma se ocultarem
os anseios de rapina que transparecem felinos
neste olhar provocante a saltitarem
 *
que lábios onde se acoitam os charutos grados
podem nos olhos ser a expressão
o que vejo é alguém que se limita a eliminar os verdes prados
contra tudo e contra todos sendo o mais poderoso da nação
 *
os olhos denotam as manhas da raposa
a crueldade das águias sobre as vitimas indefesas
os lábios ganham uma forma estranha acintosa
sobre a pressão dos charutos  às avessas
*
sendo esta imagem um mimo expresso de arrogância
os olhos mortiços parecem querer dizer
sou o que resta do império uma vitima da ganância
não me venham com tretas façam o que eu quiser
 *
vejam bem estes olhos rendidos à soberba onde marina
a ideia de deus impune porque omnipotente
o anel estendido no convite ao beija mão de gente gran-fina
os lábios a sorver do vício de que não se sente
 *
estes lábios estes olhos não são usurpadores
apenas se movem num ambiente absurdo e permissivo
ante os olhares incrédulos de outros ditadores
são olhos que cativam à ignorância um pendor festivo
 *
e dizem mais penso quando assim os vejo
rodeados pela corte dos lábios obscenamente enfunados
dizem que sendo deus morto alimentam o desejo
de extraditar a Ilha para onde vivam deuses endinheirados
autor: jrg
sinto-me: consciência
música: bailinho da madeira
publicado por romanesco às 00:35
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